segunda-feira, 17 de agosto
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Contrato de memória: escreve, propõe ou só lê
Memória de agente sem modo explícito vira mentira operacional. Três modos bastam: escrever o autorizado, deixar proposta sem tocar o canônico, ou só ler e reportar. Gate simples: se a próxima sessão não erraria sem aquilo, descarta.
Rode uma consolidação em modo só leitura. Separe no relatório o que foi observado, proposto, escrito e verificado. Nunca diga aplicado quando só propôs.
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Trocar de harness custa manutenção, não logo
A pergunta útil não é qual agente ganha o demo. É o que quebra na migração, o que melhora de verdade e se rodar os dois só dobra skill, MCP e memória. Stack que já entrega precisa de evidência para upgrade, não de rebrand.
Liste o que já está estável no seu harness. Só mude se houver ganho mensurável em um fluxo real. Memória persistente e skill que se constrói sozinha ou são rotina ou são vídeo.
agentes
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Primeiro cliente pago precisa de cláusula pós-lançamento
Site lindo e token no modelo caro não fecham o risco. Sem combinar o que acontece com mudança depois da entrega, o mês seguinte vira suporte grátis. Vibe code sem escopo de pós-lançamento é favor com prazo.
Antes de entregar, escreva o que entra no go-live, o que é mudança paga e o prazo de resposta. Se o cliente não assina isso, o preço está errado ou o escopo está mentindo.
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terça-feira, 18 de agosto
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O loop só fecha no software-alvo
Um agente pode escrever, outro revisar e um terceiro aprovar, mas o ciclo não fecha enquanto ninguém executar o teste no software onde o plugin precisa funcionar. O resultado real é carregar a versão, rodar um caso verificável e devolver a falha para a próxima rodada.
Defina um caso de teste no ambiente-alvo, registre o artefato carregado e capture a evidência de aprovação ou erro. Só avance a versão quando o alvo passar, não quando o texto parecer correto.
agentes
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O harness precisa mostrar o caminho do agente
O diff final esconde exploração desperdiçada, arquivos ignorados, erros e verificações ausentes. Uma sessão confiável também deixa claro como chegou ao resultado: o que pesquisou, modificou, delegou e validou.
Registre por sessão os arquivos tocados, erros encontrados e checks executados. Use essa trilha para comparar foco e verificação, em vez de avaliar o agente só pela aparência do diff.
agentes
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Vibe code precisa de artefatos de engenharia
“Construa um app” é uma entrada fraca. PRD, especificação, plano de execução, testes, revisão de segurança, desenho de banco e commits limpos transformam geração rápida em processo repetível.
Antes de pedir código, escreva o problema, o contrato e o plano. Depois exija teste, revisão de segurança e histórico limpo como gates de entrega, não como acabamento opcional.
backend
quarta-feira, 19 de agosto
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O que não conversa não é monólito
Etiqueta de arquitetura não resolve dois sistemas que não compartilham domínio. Se as aplicações não conversam, o recorte certo é repositório e limite de negócio, não mais uma camada para o agente decorar.
Desenhe o que realmente troca dado. Separe o que não conversa. Só então escaneie o código e discuta camadas. Não force Clean em um monólito só para o agente parecer mais engenheiro.
backend
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Job de fundo não precisa do modelo caro
Workflow que roda sozinho raramente precisa do melhor raciocínio. Uma cascata barata, com fallback só quando o primeiro passo falha, corta token sem trocar o stack.
Separe job interativo de job de fundo. No fundo, comece pelo modelo mais barato que entrega o formato certo e registre quantas vezes o segundo modelo dispara. Otimize essa taxa, não a marca do modelo.
tokens
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Cota zerou: retome, não recomece
Cooldown e limite de token são evento de harness. Sem ponto de retomada, o mesmo contexto é pago duas vezes e a tarefa recomeça do zero.
Grave o estado antes da janela acabar. Use o comando de retomada do mesmo projeto e, se a cota volta em horário fixo, dispare a continuação nesse horário real. Não abra um chat novo para a mesma tarefa.
agentes
quinta-feira, 20 de agosto
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Paralelo no mesmo disco não é paralelo
Duas sessões de agente no mesmo working tree leem config compartilhada, mexem em dependência e se atropelam mesmo quando as tarefas são módulos diferentes. O sistema cai. A solicitação some.
Uma cópia isolada por tarefa (worktree ou branch). Escopo escrito: altere só este módulo. Teste cada uma. Merge depois. O conflito que restar é o conflito real, não o do disco compartilhado.
backend
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Envolva o sistema de record, não clone
Substituir o software certificado (prontuário, ERP, dispensação) vira vendor regulado antes de faturar. A camada útil lê o que já existe, preenche com aprovação e deixa o clique de gravar com humano.
Desenhe três paredes: o que a IA pode ler, o que pode preencher e o que nunca salva sozinha. Confiança sobe com evidência de execuções, não com permissão no prompt. Compliance do dado escolhe o provider, não o demo.
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